II Seminário Paulista de autismo 2010

II Seminário Paulista de autismo 2010

19 abril 2017

CARS Childhood Autism Rating Scale

CARS Childhood Autism Rating Scale 
(questionário de avaliação para TEA)


I. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
1 Sem evidência de dificuldade ou anormalidade na relação com as pessoas: o comportamento da criança é apropriado a sua idade. Alguma timidez, nervosismo ou aborrecimento podem ser observados, mas não em grau atípico.

2 Relacionamento levemente anormal: A criança pode evitar olhar o adulto nos olhos, evitar o adulto ou ficar nervoso se a interação for forçada, ser excessivamente tímido, não ser responsivo ao adulto como seria típico ou agarrar-se ao pais mais que o normal para crianças da mesma idade

3 Relacionamento moderadamente anormal: A criança demonstra indiferença (parece ignorar o adulto). Tentativas persistentes e vigorosas são necessárias para se conseguir a atenção da criança. O contato iniciado pela criança é mínimo.

4 Relacionamento gravemente anormal: A criança é constantemente indiferente ou inconsciente ao que o adulto está fazendo. Ela quase nunca responde ou inicia contato com o adulto. Somente a tentativa mais persistente para atrair a atenção tem algum efeito.

II.IMITAÇÃO
1 Imitação apropriada: A criança é capaz de imitar sons, palavras e movimentos, os quais são apropriados para o seu nível de habilidade.

2 Imitação levemente anormal: A criança imita comportamentos simples como bater palmas ou sons verbais únicos, a maior parte do tempo; ocasionalmente imita somente após estimulação ou com atraso.

3 Imitação moderadamente anormal: A criança imita somente parte do tempo e requer uma grande dose de persistência ou ajuda do adulto; freqüentemente imita somente após um tempo (com atraso).

4 Imitação gravemente anormal: A criança raramente ou nunca imita sons, palavras ou movimentos mesmo com estímulo e assistência de um adulto.

III. RESPOSTA EMOCIONAL
1 Resposta emocional apropriada à situação e à idade: A criança demonstra tipo e grau apropriados de resposta emocional evidenciada por mudança na expressão facial, postura e conduta.

2 Resposta emocional levemente anormal: A criança ocasionalmente apresenta um tipo ou grau inapropriados de resposta emocional. As reações nem sempre estão relacionadas a objetos ou eventos que envolve a criança.

3 Resposta emocional moderadamente anormal: A criança demonstra sinais claros de resposta emocional inadequada (tipo ou grau). As reações podem ser inibidas ou excessivas e sem relação com a situação; pode fazer caretas, rir ou tornar-se rígido até mesmo quando não há objetos ou eventos produtores de emoção.

4 Resposta emocional gravemente anormal: As respostas são raramente apropriadas a situação. Uma vez que a criança atinja um determinado humor, é muito difícil alterá-lo. Por outro lado, a criança pode demonstrar emoções diferentes quando nada mudou.

IV. USO DO CORPO
1 Uso do corpo apropriado à idade: A criança move-se com a mesma facilidade, agilidade e coordenação de uma criança normal na mesma idade.

2 Uso do corpo levemente anormal :Algumas peculiaridades menores podem estar presentes, tais como movimentos desajeitados, repetitivos, coordenação pobre ou o raro aparecimento de mais movimentos não usuais.

3 Uso do corpo moderadamente anormal: Comportamentos que são claramente estranhos ou incomuns para uma criança nesta idade podem incluir movimentos estranhos com os dedos, postura peculiar do corpo ou mãos, fixar-se em uma parte do corpo, auto-agressão, balanceio, agitação dos dedos ou caminhar nas pontas dos pés.

4 Uso do corpo gravemente anormal: Movimentos intensos ou freqüentes do tipo listado acima são sinais de uso corporal gravemente anormal. Estes comportamentos podem persistir apesar das tentativas de desencorajá-los ou de envolver a criança em outras atividades.

V. USO DE OBJETOS
1 Uso e interesse apropriados por brinquedos ou outros objetos: A criança demonstra interesse normal por brinquedos e os utiliza de maneira apropriada para seu nível de habilidade

2 Uso e interesse levemente inapropriados por brinquedos ou outros objetos: A criança pode demonstrar um interesse atípico por um brinquedo ou brincá-lo de maneira inadequadamente pueril (exemplo: bater ou chupar o brinquedo)

3 Uso e interesse moderadamente inapropriados por brinquedos ou outros objetos: A criança pode demonstrar pequeno interesse em brinquedos ou outros objetos ou pode estar preocupada em usá-los de maneira estranha. Ela pode focalizar em alguma parte insignificante do brinquedo, tornar-se fascinada com a luz que reflete do mesmo, repetitivamente mover alguma parte do objeto ou brincar com um objeto exclusivamente.

4 Uso e interesse gravemente inapropriados por brinquedos ou outros objetos: A criança ocupa-se com algum dos comportamentos acima com maior freqüência e intensidade. É difícil distrair a criança quando ela está ocupada com estas atividades inadequadas.

VI. ADAPTAÇÃO A MUDANÇAS
1 Resposta apropriada a mudanças: Se a criança pode perceber ou comentar as mudanças na rotina, ela é capaz de aceitar estas mudanças sem angústia.

2 Adaptação a mudanças levemente anormal: Quando um adulto tenta mudar tarefas, a criança pode continuar na mesma atividade ou usar os mesmos materiais.

3 Adaptação a mudanças moderadamente anormal: A criança resiste ativamente a mudanças na rotina, tenta continuar sua antiga atividade e é difícil de distrair. Ela pode tornar-se infeliz e zangada quando uma rotina estabelecida é alterada.

4 Adaptação a mudanças gravemente anormal: A criança demonstra reações graves às mudanças. Se uma mudança é forçada, ela pode tornar-se extremamente zangada ou não colaborativa e responder com acessos de raiva.

VII. RESPOSTA VISUAL
1 Resposta visual apropriada: O comportamento visual da criança é normal e adequado para sua idade. A visão é utilizada em conjunto com outros sentidos como forma de explorar um objeto novo.

2 Resposta visual levemente anormal: A criança deve ocasionalmente ser lembrada de olhar para objetos. A criança pode estar mais interessada em olhar espelhos ou iluminação, pode eventualmente ficar olhando para o vazio ou pode evitar olhar as pessoas nos olhos.

3 Resposta visual moderadamente anormal: A criança deve ser lembrada freqüentemente de olhar para o que está fazendo, ela pode olhar fixamente para o vazio, evitando olhar as pessoas nos olhos, olhar objetos de um ângulo incomum ou segurar os objetos muito próximos aos olhos.

4 Resposta visual gravemente anormal: A criança constantemente evita olhar para as pessoas ou para certos objetos e pode demonstrar formas extremas de outras peculiaridades visuais descritas acima.

VIII. RESPOSTA AUDITIVA
1 Resposta auditiva apropriada: O comportamento auditivo da criança é normal e adequado para idade. A audição é utilizada conjuntamente com outros sentidos.

2 Resposta auditiva levemente anormal: Pode haver ausência de reposta ou reação levemente exagerada a certos sons. Respostas a sons podem estar atrasadas e os sons podem necessitar de repetição para conseguir a atenção da criança. A criança pode ser distraída por sons externos.

3 Resposta auditiva moderadamente anormal: A reposta da criança aos sons é variável. Freqüentemente ignora o som nos primeiros momentos em que é feito. Pode assustar-se ou cobrir as orelhas ao ouvir alguns sons diários.

4 Resposta auditiva gravemente anormal: A criança sobre reage ou subreage aos sons num grau extremamente evidente, independente do tipo de som.

IX. RESPOSTA AO PALADAR, OLFATO E TATO
1 Uso e reposta normais: A criança explora novos objetos de um modo apropriado à idade, geralmente sentindo ou olhando. Paladar ou olfato podem ser usados quando apropriados. Ao reagir a uma dor pequena, a criança expressa desconforto mas não reage exageradamente.

2 Uso e reposta levemente anormais: A criança pode insistir em colocar objetos na boca; pode cheirar ou provar objetos não comestíveis. Pode ignorar ou ter reação levemente exagerada à dor mínima, para a qual uma criança normal expressaria somente desconforto.

3 Uso e resposta moderadamente anormais: A criança pode estar moderadamente preocupada em tocar, cheirar ou provar objetos ou pessoas. A criança pode reagir muito ou pouco.

4 Uso e resposta gravemente anormais: A criança está preocupada em cheirar, provar e sentir objetos, mais pela sensação que pela exploração normal ou uso dos objetos. A criança pode ignorar completamente a dor ou reagir muito vigorosamente a desconfortos leves.

X. MEDO OU NERVOSISMO
1 Medo ou nervosismo normais: O comportamento da criança é adequado a ambas situações e à idade.

2 Medo ou nervosismo levemente anormais: A criança ocasionalmente demonstra muito ou pouco medo ou nervosismo quando comparada às reações de uma criança normal da mesma idade e em situação similar.

3 Medo ou nervosismo moderadamente anormais: A criança demonstra um pouco mais ou um pouco menos de medo do que seria típico para uma criança mais nova ou mais velha em uma situação similar.

4 Medo ou nervosismo gravemente anormais: O medo persiste mesmo após experiências repetidas com eventos ou objetos inofensivos. É extremamente difícil acalmar ou confortar a criança. A criança pode, por outro lado, falhar em demonstrar adequado respeito por perigos que outras crianças da mesma idade evitam.

XI. COMUNICAÇÃO VERBAL
1 Comunicação verbal normal, idade e situação apropriadas.

2 Comunicação verbal levemente anormal: A linguagem demonstra um atraso global. A maior parte do discurso tem significado; porém alguma ecolalia ou inversão do pronome podem ocorrer. Algumas palavras peculiares ou jargões podem ser usados ocasionalmente.

3 Comunicação verbal moderadamente anormal:O discurso pode estar ausente. Quando presente, a comunicação verbal pode ser uma mistura de alguma comunicação significativa e alguma linguagem peculiar, tais como jargão, ecolalia ou inversão do pronome. Peculiaridades relativas à linguagem com significado podem incluir questionamentos excessivos ou preocupação com algum tópico em particular.

4 Comunicação verbal gravemente anormal: Linguagem com significado não é utilizada. A criança pode emitir gritos infantis, sons animais ou bizarros, barulhos complexos reproduzindo linguagem, ou pode apresentar o uso bizarro e persistente de palavras reconhecíveis ou frases.

XII. COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL
1 Uso normal da comunicação não verbal, idade e situação apropriadas.

2 Uso da comunicação não verbal levemente anormal: Uso imaturo da comunicação não verbal; pode somente apontar vagamente ou esticar a mão para pegar o que quer de maneira imprecisa, nas mesmas situações nas quais uma criança da mesma idade pode apontar ou gesticular mais especificamente para indicar o que quer.

3 Uso da comunicação não verbal moderadamente anormal:A criança geralmente não é capaz de expressar suas necessidades ou desejos não verbalmente e não consegue compreender a comunicação não verbal dos outros.

4 Uso da comunicação não verbal gravemente anormal: A criança utiliza somente gestos bizarros ou peculiares, sem significado aparente e não apresenta consciência do significado associado aos gestos ou expressões faciais dos outros.

XIII. NÍVEL DE ATIVIDADE
1 Nível de atividade normal para idade e circunstâncias. A criança não é nem mais nem menos ativa que uma criança da mesma idade em uma situação similar.

2 Nível de atividade levemente anormal:A criança pode tanto ser um pouco irrequieta quanto preguiçosa e mover-se lentamente algumas vezes. O nível de atividade da criança interfere pouco na sua performance.

3 Nível de atividade moderadamente anormal: A criança pode ser bastante ativa e difícil de conter. Ela pode ter uma energia ilimitada ou pode não dormir facilmente à noite. Por outro lado, a criança pode ser bastante letárgica e necessitar de um grande estímulo para mover-se.

4 Nível de atividade gravemente anormal:A criança exibe extremos de atividade ou inatividade e pode até mesmo mudar de um extremo ao outro freqüentemente.

XIV. NÍVEL E COERÊNCIA DA RESPOSTA INTELECTUAL
1 A inteligência é normal e razoavelmente coerente em várias áreas: A criança é tão inteligente quanto uma criança da mesma idade e não possui qualquer habilidade intelectual incomum ou problemas.

2 Funcionamento intelecual levemente anormal: A criança não é tão inteligente quanto uma típica criança da mesma idade; as habilidades aparecem uniformemente atrasadas em todas as áreas.

3 Funcionamento intelectual moderadamente anormal: Em geral, a criança não é tão inteligente quanto uma criança da mesma idade, porém, a criança pode funcionar próximo do normal em uma ou mais áreas intelectuais.

4 Funcionamento intelectual gravemente anormal: Apesar da criança não ser tão inteligente quanto uma criança da mesma idade, ela pode funcionar até mesmo melhor que uma criança normal da mesma idade em uma ou mais áreas.


XV. IMPRESSÕES GERAIS
1Sem autismo: a criança não apresenta nenhum dos sintomas característicos do autismo.

2Autismo leve: A criança apresenta somente um pequeno número de sintomas ou somente um grau leve de autismo.

3Autismo moderado: A criança apresenta um número de sintomas ou um grau moderado de autismo.

4Autismo grave: a criança apresenta muitos sintomas ou um grau extremo de autismo

Total
Resultado:
15-30: sem TEA
30-36: quadro leve-moderado
36-60: quadro grave

Fonte: Infoco educação

10 abril 2017

Equipe para atendimento Hospitalar

Dra Regina, Dra Adriana e Dr Marcelo
O atendimento ao paciente com necessidade especial pode ser em ambiente ambulatorial, domiciliar ou hospitalar dependendo do comprometimento do paciente, da situação inicial do caso, do quadro clínico, do planejamento.
A equipe precisa estar preparada para individualizar e programar a melhor indicação para cada paciente.
Nossa equipe é formada por profissionais que são especialistas em algumas áreas da odontologia e proporcionam um atendimento integral ao paciente submetido ao atendimento em ambiente hospitalar sob anestesia geral.
O atendimento sob anestesia geral deve ser previamente planejado a fim de proporcionar ao paciente uma reabilitação dentro do período programado para o atendimento. A equipe precisa aproveitar a internação para realizar todos os procedimentos possíveis naquele momento e para isso é preciso planejamento.
O médico anestesista fica presente durante todo o processo, dando segurança ao atendimento.
O centro cirúrgico, dentro de um ambiente hospitalar, tem toda estrutura necessária para urgências e emergências que possam acontecer. A equipe hospitalar tem treinamento continuado para o processo.
A equipe odontológica também precisa manter treinamento contínuo para que o processo aconteça da melhor maneira possível, pensando no acolhimento, humanização e reabilitação odontológica do paciente com necessidade especial.
Procure um Especialista em Odontologia para pacientes com necessidades especiais no site do CRO de seu estado, este profissional poderá te orientar na melhor forma de tratar e acompanhar a pessoa com alguma necessidade especial de seu convívio.

Homenagem durante 3º Encontro sobre autismo de Taboão de Serra

Homenagem recebida pelo trabalho desenvolvido nos últimos anos para pessoas com autismo.
Obrigada vereador Ronaldo Onishi de Taboão da Serra - SP

28 março 2017

26 março 2017

Abordagem centrada na família

Para atender pacientes com TEA o profissional precisa ter atenção voltada à família e ao paciente. Vai muito além do que uma anamnese criteriosa. A família precisa ser parceira do profissional e vice versa. Quando essa relação dá certo é o paciente que se beneficia. Pense nisso!



15 março 2017

Memorial da Inclusão - SP

Vale a pena visitar.
Fica no Memorial da América Latina - metrô Barra funda
Tem um protótipo da "Máquina do abraço"
http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/

Prêmio Orgulho autista Brasil - MOAB - SP

Terei a honra de fazer a entrega do Prêmio Orgulho autista Brasil aos vencedores no Estado de SP. Será dia 03 de abril de 2017 durante as comemorações do mês de Conscientização sobre o Autismo.
Atualmente sou Coordenadora do movimento no Estado de SP.
Em breve postarei as fotos do evento com surpresas fantásticas.

Vencedores: Jorge Caldeira e Rocio Marin
Homenageados: Cristiane Segatto e Gilberto Natalini


26 setembro 2016

INCLUSÃO

O QUE É INCLUIR? (por Adriana Zink)

As pessoas e o ambiente devem se preparar para a inclusão, deverão se modificar e se adaptar.

O paciente tem uma necessidade especial de acolhimento, então o consultório inclusivo irá se adaptar para esse acolhimento e as pessoas que estão lá deverão estar preparadas para a inclusão. Cada um na sua área e acolhendo o paciente dentro de sua necessidade especial.

Isso é inclusão.

se compartilhar cite a fonte.




12 setembro 2016

Depoimento de mãe: Acredite que é possível!

Meu nome é Angélica, sou mãe de dois meninos lindos. Victor de 8 anos e Lucas de 5 anos. Tudo ocorria normalmente, mas aos dois anos, até uns 3 nosso pequeno Lucas não falava e as vezes se mostrava mais nervoso que o normal.....estranho, uma criança com três anos não falar nada, enquanto que seu irmão quando fez um aninho já demonstrava muito mais avanços....aos dois anos de idade falava de tudo. Enfim, buscamos ajuda de profissionais, fez inúmeros exames e apenas a neurologista chegou a conclusão dele ser Autista, possuir o TEA. Hoje com 5 aninhos leva uma vida normal, quase que imperceptível o TEA....
Mas, o grande problema foi a higienização bucal, ele não deixava escovar bem os dentes, não podia usar escova normal....
Os dentes foram encobertos por tártaros gigantes, era desesperador, a gengiva já estava ficando toda inflamada 
Daí começou a maratona, conhecemos vários dentistas e nenhum, mas nenhum mesmo conseguia se quer abrir a boca do nosso pequeno. Foram várias tentativas e nada, até o irmão ia junta, fazia o tratamento na frente dele para ver se ele entendia que não doía nada.....e sempre fracassando!
Sentimos no momento fracassados, mas nunca perdendo a fé.
Até que comecei a pesquisar fundo, e encontrei a Dra Adriana Zink, li muitas matérias sobre ela. Então, resolvi marcar uma consulta. Conversamos bastante, e simplesmente me senti muito segura com ela. E alguns dias depois, foi marcada a consulta para o Lucas.
Chegou o grande dia.....
Nem sei como falar, mas ele sentou na cadeira, coisa que ele nem podia ver. Ela colocou aquela almofada rosa aconchegante, ele se sentou, e claro com o celular na mão, vendo seus vídeos e jogando....E a dra. Adriana, com seu jeito carinhoso e encantador, começou a fazer o tratamento no Lucas. Como eu disse para o meu marido, ela tem um jeito, uma forma de encantar a criança. Conversando, brincando, deixando o confortável, interagindo....Enfim, em apenas uma sessão ela conseguiu fazer toda a limpeza. Foi uma vitória para todos nós. Sai do consultório mais feliz do que nunca. 
Vamos mostrar aos nossos filhos que eles são capazes, que aquela etapa ele vai superar. Tem quem nos ajudam, e dra. Adriana foi para nós um anjo! E de seis em seis meses vamos voltar, vai ser uma rotina para o bem! Obrigada por fazer parte de nossas vidas.



video

05 setembro 2016

1ª Lição de casa: BOCA ABERTA X BOCA FECHADA


A criança precisa treinar o posicionamento BOCA ABERTA  e  BOCA FECHADA em casa, isso vai facilitar a ida ao dentista.
O treino em casa vai antecipar o posicionamento e o treinamento vai diminuir a ansiedade.
Colabore com seu filho.
Crie uma rotina de visita ao dentista.
Prevenção sempre!


Se compartilhar cite a fonte, as imagens e texto possuem direitos autorais!

01 agosto 2016

Comunicação alternativa na Odontologia

Figuras ajudam na antecipação das fases do tratamento odontológico.
Procure um especialista em Odontologia para pacientes com necessidades especiais.