II Seminário Paulista de autismo 2010

II Seminário Paulista de autismo 2010

19 abril 2011

Autismo no Brasil


Uma recente revisão sistemática da literatura científica brasileira
literatura sobre ASD lançar luz sobre o atual estado de autismo
ciência no Brasil. Por um lado, a análise demonstrou uma
aumento significativo da produção científica brasileira autismo nos últimos dois anos. Por outro lado, mostrou-se
que a maioria dessas publicações não estão focados em aspectos que contribuam significativamente para a melhoria da saúde
saúde em torno do autismo no Brasil. A maioria das publicações
referem-se a estudos de intervenção não controlado com amostra de conveniência de pequeno porte, enquanto os estudos epidemiológicos (um estudo de prevalência, como um primeiro passo) e validação de diagnósticos
e instrumentos neuropsicológicos são quase inexistentes. Esses esforços, como mencionado anteriormente, são essenciais
para orientar políticas públicas em torno da magnitude e
resposta à crise de autismo. Outro achado intrigante
desta revisão foi a extrema concentração de científicos
produção em apenas duas regiões brasileiras. Investigadores
do Sudeste (principalmente São Paulo) e sul (em particular
Rio Grande do Sul) foram os primeiros autores de quase 90% de todos os
artigos publicados entre 2002-2009.
  .
A escassez de pesquisas utilizando metodologias mais robustas ea concentração da produção científica
um pequeno número de regiões de todo o país refletem
a falta de financiamento específico para a pesquisa do autismo no Brasil.
Uma outra consequência desta situação é a falta
de recursos humanos especializados e uma consequente falta de
serviços para os indivíduos afetados e suas famílias. Neste
sentido, a criação de centros de excelência, consórcios de investigação, associações e comunidade unida família, na
níveis nacional e internacional, são vitais para aumentar
pesquisa do autismo e serviços no Brasil.

Leia na íntegra:
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v57n1/v57n1a02.pdf